Anitta, a funkeira, obteve uma vitória em uma disputa administrativa contra a empresa Farmoquímica, responsável pela produção do vermífugo "Annita". O processo, iniciado pela equipe da cantora em 2022 e revelado pela coluna de Daniel Nascimento, do jornal O Dia, foi encerrado após quase quatro anos de conflitos, resultando na proibição do uso da marca "Anitta" pela farmacêutica, que possui a mesma grafia da artista.
Em 2023, uma pesquisa realizada pelo Bahia Notícias no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) revelou que a Rodamoinho Produtora de Eventos LTDA, empresa que representa Anitta, apresentou uma oposição ao pedido da Farmoquímica. A farmacêutica buscava utilizar a marca para expandir seus negócios para o setor de cosméticos. Na ocasião, a equipe da cantora argumentou que o uso do nome poderia causar confusão entre os consumidores e prejudicar ambas as partes envolvidas.
Desde o início de sua carreira, Anitta registrou 110 pedidos de marcas. Entre as marcas já registradas estão o próprio nome, Anitta, Anitta Made in Honório, Bloco da Anittinha, Ensaios da Anitta, Bloco da Anitta, Carnaval da Anitta, Anittinha, Clube da Anittinha, Bloco das Poderosas, Checkmate, Anira, Show das Poderosas, Boompop e MC Anitta.
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