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Delegado de Riacho de Santana nega acusações de coação de adolescente e afirma “perseguição” de advogado 

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O delegado de Riacho de Santana, Sandro Marco Nunes Gomes, se manifestou publicamente sobre as acusações de coação de adolescente e negou suposto conluio com o juiz de direito Paulo Rodrigo Pantusa. Em nota enviada ao Bahia Notícias e aos demais meios de comunicação que repercutiram a notícia nesta quarta-feira (4), o delegado alega que a denúncia de coação foi motivada pela “ira” do advogado Aslon Victor Rodrigues Lima, após a abertura de inquérito policial em seu desfavor de calúnia qualificada e desacato contra a investigadora, Amanda Santos Silva.

Conforme a reportagem publicada pelo BN é reproduzida pelo Euclides Diario, com base em depoimentos manuscritos, uma jovem de 14 anos teria sido coagida pelo delegado Sandro Gomes e o juiz Paulo Pantusa a depor falsamente contra um homem mantido preso de forma ilegal pelo juiz. Este homem seria justamente o advogado Aslon Lima.

Segundo Sandro Marco, o advogado “quer causar desgaste à Polícia Civil e ao Poder Judiciário de Riacho de Santana”, em razão de um inquérito policial aberto contra ele, por crime de calúnia qualificada e desacato contra a investigadora Amanda Santos Silva, em fevereiro de 2025.

“Foram colhidas todas as provas, inclusive de um outro advogado que estava no local que confirmou as investidas do advogado Aslon Victor Rodrigues Lima, xingando e desacatando a investigadora que teve que ser acolhida pelo outro advogado, em razão do abalo sofrido”, relata a nota pública do delegado.

O titular da Delegacia Territorial do município conta que “a ira do advogado Aslon Victor Rodrigues Lima em desfavor do Juiz da Comarca” foi pelo não acolhimento da denúncia do Ministério Público estadual (MP-BA), pelo crime de calúnia e ter reenviado o processo à Procuradoria de Justiça para a reanálise, entendendo que houve desacato.

Especialmente sobre o caso da jovem de 14 anos, o delegado afirma que “as acusações são totalmente infundadas” pois “nunca tive contato e nem conheço a menor que foi vítima de abuso sexual”. Ele alega, inclusive, que nas datas referidas na denuncia, 01 ao dia 10 de dezembro de 2024, ele estaria de férias em Guanambi.

“Como Delegado de Polícia, coube a minha pessoa ao receber a escuta especializada da menor, tomar as providências de Polícia Judiciária, o que foi feito dentro da estrita legalidade, onde foi instaurado os seguintes inquéritos e remetidos ao Poder Judiciário: 8000451-43.2025.8.05.0212, 8000518-08.2025.8.05.0212, 8000001-03.2025.8.05.0212.”

Sandro Gomes aponta ainda que, considerando o histórico comprovado da denúncia de calúnia contra Aslon, o advogado “deve ter manipulado a menor para dizer as inverdades, com o escopo tentar a todo custo prejudicar à Polícia Civil em Riacho de Santana e o Poder Judiciário do mesmo município, pedindo-os para assinar documentos fora da realidade, o que poderá ensejar em diversos outros crimes”.

O titular da Polícia Civil finaliza alegando que as ações do advogado seriam motivadas por “uma mente doentia que quer a todo custo manipular pessoas, sobretudo aquelas que já foram presas, com o escopo de querer remover as duas autoridades do Município”, conclui.

Segue Nota na Íntegra


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