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Feira de Santana investe R$ 11 milhões em rede de restaurantes populares

Feira de Santana investe R$ 11 milhões em rede de restaurantes populares

A Prefeitura de Feira de Santana, localizada no Centro Norte baiano, oficializou um contrato de R$ 11.008.800,00 voltado à gestão e operacionalização do sistema de restaurantes populares do município. A medida visa garantir a segurança alimentar de cidadãos em situação de vulnerabilidade social por meio do fornecimento contínuo de refeições prontas.

A empresa selecionada para a execução do serviço, após processo de pregão eletrônico, foi a M A Refeições e Eventos LTDA. Com sede na própria cidade e em atividade desde 2012, a companhia possui um capital social de R$ 800 mil e ficará responsável pela logística de produção e distribuição dos alimentos durante a vigência do contrato.

Logística e alcance do programa de alimentação

O planejamento operacional prevê a entrega de três mil refeições diárias, distribuídas em três pontos estratégicos da cidade. O funcionamento dos restaurantes está programado para ocorrer em 22 dias úteis por mês, totalizando uma produção estimada de 66 mil almoços mensais e 792 mil refeições ao longo de um ano.

A distribuição das unidades foi definida com base em critérios técnicos de demanda e capacidade logística. Segundo a administração municipal, a Unidade Fixa 01 e a Unidade Fixa 02 devem atender, cada uma, 1.250 pessoas por dia. Um ponto de distribuição complementar será responsável pelas 500 refeições restantes, completando a meta diária estabelecida.

Critérios técnicos para a estimativa de refeições

Para assegurar a transparência do investimento, a Prefeitura de Feira de Santana detalhou a memória de cálculo utilizada na contratação. O órgão enfatizou que os quantitativos não foram definidos de forma aleatória, mas fundamentados em parâmetros operacionais e no histórico de atendimento das unidades.

A metodologia de cálculo considerou o espelhamento técnico-operacional das unidades fixas e o dimensionamento logístico necessário para a execução do serviço. Com essa estrutura, o município busca garantir que o volume de refeições projetado seja compatível com a demanda real da população atendida, permitindo o acompanhamento rigoroso da execução contratual durante os 12 meses de vigência.

Fonte: bnews.com.br


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