Os profissionais que participam do programa Mais Médicos há 48 meses consecutivos, desde a retomada da iniciativa em 2023, estão aptos a receber uma parte da indenização referente ao tempo de permanência em áreas de maior vulnerabilidade. O benefício foi regulamentado pelo Ministério da Saúde através de portarias, fundamentadas na Lei nº 14.621/2023, que introduziu novos incentivos e diretrizes para o programa. O bônus de permanência visa reconhecer o esforço dos médicos que se estabelecem em localidades remotas e de difícil acesso.
Até 2026, o Ministério da Saúde destinará até R$ 288 milhões em bônus de permanência, com potencial para beneficiar até 12 mil profissionais. A indenização será concedida a todos os médicos que completarem quatro anos consecutivos em áreas consideradas de maior vulnerabilidade. Assim, um médico poderá receber um adicional que varia de 10% a 20% do valor atual da bolsa, que é de R$ 12.426 por mês, acumulado ao longo dos 48 meses.
Além disso, médicos formados por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) poderão receber até 80% do valor da bolsa durante o mesmo período de quatro anos, desde que atuem nos territórios especificados em Portaria.
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