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Impedido de assumir presidência de Comissão de Segurança, Leandro de Jesus acusa PT de “corja” e governo de “defender facção criminosa”

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Impedido de assumir presidência de Comissão de Segurança, Leandro de Jesus acusa PT de “corja” e governo de “defender facção criminosa”

A Comissão de Segurança Pública e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) ainda não foi instalada. A situação se deve ao descontentamento de deputados do governo com a indicação de Leandro de Jesus, do PL, para a presidência do colegiado. Leandro expressou sua preocupação com a segurança no estado, afirmando que a Bahia apresenta o maior índice de insegurança do país. Ele criticou a falta de interesse dos deputados da base do governador Jerônimo Rodrigues em discutir os problemas de segurança. "Tentamos instalar a comissão há duas semanas, mas eles não se importam se o trabalhador baiano sai de casa e não sabe se volta", declarou.

Após o horário regimental para o funcionamento da comissão, Leandro fez críticas contundentes ao governador e aos deputados de sua base. Ele insinuou que eles defendem facções e que não se preocupam com a situação da segurança pública.

O contexto da situação envolve um acordo prévio entre oposição e governo, que previa que a presidência da comissão seria atribuída ao grupo oposicionista, com Leandro de Jesus como indicado da minoria. Contudo, parlamentares do governo que fazem parte do colegiado decidiram não votar em Leandro.

A comissão é composta pelos seguintes titulares: Hilton Coelho (PSOL), Jordávio Ramos (PSDB), Leandro de Jesus (PL), Ludmilla Fiscina (PV), Marcelino Galo (PT), Matheus Ferreira (MDB), Olivia Santana (PCdoB) e Radiovaldo Costa (PT). Os suplentes são Fátima Nunes (PT), José de Arimatéia (REPUBLICANOS), Jurailton Santos (REPUBLICANOS) e Fabíola Mansur (PSB).


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