Érique Miranda explica que, no Recife, a prevalência de casos de dengue entre idosos é de 80% a mais, o que levaria a uma expectativa de que os altos títulos de anticorpos apresentassem valores baixos de soroconversão. Ele destaca que, se o estudo fosse misturado com dados de diferentes regiões, isso resultaria em uma grande heterogeneidade, dificultando a análise. Para evitar essa situação, foram selecionados centros com baixa prevalência de casos, como o Rio Grande do Sul e o Paraná, onde a taxa de incidência varia de 5 a 10% e a soroprevalência pode chegar a 20%. Miranda ressalta que incluir voluntários que, em sua maioria, não tiveram exposição anterior à dengue assegura a geração de dados com maior qualidade.
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