O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), defendeu nesta sexta-feira (12) a duplicação do trecho da BR-242 entre Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, além do fortalecimento da estrutura aeroportuária do oeste da Bahia. A declaração foi feita durante sua visita à Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, a maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte e Nordeste.
Na ocasião, Neto foi recebido pelo prefeito Junior Marabá. A agenda contou com a presença do pré-candidato a vice-governador Zé Cocá (PP), do senador Angelo Coronel (Republicanos), do presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado João Roma, do prefeito de Ilhéus, Valderico Junior (União Brasil), do ex-prefeito de Barreiras Zito Barbosa, além de diversas lideranças locais e regionais. O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), também participou de um debate sobre logística na Bahia Farm Show na noite de quinta-feira (11) e acompanhou a comitiva.
Ao abordar os principais desafios logísticos da região, Neto destacou a necessidade de aeroportos que possam transportar tanto passageiros quanto cargas, ampliando a conexão com outras áreas da Bahia e do Brasil. Ele argumentou que a expansão econômica e comercial justificaria investimentos em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães.
Neto afirmou que a região precisa de um aeroporto integrado e em funcionamento, além de ressaltar a importância da duplicação da BR-242. Ele criticou a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT), mencionando que promessas feitas durante a campanha eleitoral não foram cumpridas. “Lamento que o governador Jerônimo Rodrigues, que prometeu as duas ações há quatro anos em campanha, agora esteja concluindo o seu mandato e não tenha realizado absolutamente nada. Essa é a marca de Jerônimo. Promete e não cumpre. Fala e não faz. A gente quer fazer diferente”, disse.
Embora reconhecesse que a BR-242 é uma rodovia federal, Neto sustentou que cabe ao Governo da Bahia liderar a articulação política necessária para a viabilização da duplicação. Ele voltou a mencionar o alinhamento partidário entre os governos estadual e federal, cobrando uma atuação mais incisiva em Brasília. “É preciso ter um governador com força, com liderança, com autoridade, que quando necessário junte as forças da Bahia e vá para Brasília, que chegue no Congresso Nacional, que chegue nos ministérios, que chegue no governo federal e mostre a relevância de obra como essa”, concluiu.
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