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“Não tenho nada a temer”: Sóstenes ironiza filho de Lula e senador Weverton após operação

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“Não tenho nada a temer”: Sóstenes ironiza filho de Lula e senador Weverton após operação

Sóstenes Cavalcante critica governo após operação da Polícia Federal

Horas após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (19/12), o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), intensificou suas críticas ao Palácio do Planalto e a aliados do governo. Ele está sendo investigado por suposto desvio de recursos da cota parlamentar, mas nega irregularidades e se declara vítima de “perseguição política”. Durante uma coletiva de imprensa, o deputado direcionou suas críticas a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, e ao senador Weverton Rocha (PDT-MA).

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Em sua declaração, Sóstenes afirmou que, ao contrário de outros mencionados em investigações recentes, ele está se apresentando publicamente para dar explicações. “Eu não tenho nada a temer e por isso estou aqui de cabeça erguida”, disse o parlamentar.

Ataques a Lulinha e blindagem na CPMI

Sóstenes utilizou a situação para questionar a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação às investigações que envolvem seu filho. Ele alegou que há uma articulação do governo para evitar que Lulinha preste depoimento no Congresso. O deputado acusou o presidente de “blindar” o filho de convocações em Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito (CPMI).

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Além disso, mencionou suspeitas de que Lulinha estaria recebendo uma “mesada” de R$ 300 mil mensais, desafiando-o a “colocar a cara” para dar explicações à opinião pública.

Conexão com a Operação “Sem Desconto”

Sóstenes também criticou o senador Weverton Rocha, vice-líder do governo no Senado, que foi alvo da Operação Sem Desconto, realizada nesta semana. Essa operação investiga fraudes no Instituto Nacional da Previdência Social (INSS) e também atingiu uma pessoa próxima a Lulinha. O deputado afirmou: “O vice-líder do Senado deve explicação ao povo brasileiro. Lula diz que pode investigar o filho, mas fica blindando a convocação na CPMI”, tentando estabelecer uma conexão entre as investigações.

Defesa e alegação de perseguição

Em relação à busca e apreensão realizada em seus endereços, Sóstenes Cavalcante manteve a linha de defesa adotada por outros membros da oposição que também foram alvo de medidas judiciais recentemente. Ele considera que o uso da Polícia Federal no caso da cota parlamentar é uma tentativa de intimidação. “Essa é mais uma investigação para perseguir quem é da oposição”, concluiu o parlamentar, que prometeu continuar sua postura combativa na Câmara dos Deputados.

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