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O céu ficou verde! Brasileiro faz fotos incríveis de aurora após explosão solar

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O dia 4 de julho é um feriado federal significativo nos Estados Unidos, conhecido como Dia da Independência. Neste ano, o fim de semana de celebrações foi embelezado por impressionantes auroras boreais. Tempestades solares ocorridas no início do mês geraram grande expectativa sobre a formação desse fenômeno no hemisfério norte, conforme já havia sido noticiado pelo Olhar Digital.

O brasileiro Alexis Rottini, residente em Stephen, Minnesota, capturou imagens deslumbrantes das auroras e as compartilhou com o portal. Ele relatou que não estava ciente da tempestade solar, mas soube da possibilidade de observar o fenômeno por meio de um aplicativo que monitora a formação de auroras e notifica os usuários sobre as condições ideais para visualização.

As fotos mostram um céu repleto de tons vibrantes, com predominância de verde em uma das imagens e rosa em outra. As auroras são fenômenos ópticos que ocorrem em latitudes extremas da Terra, sendo chamadas de boreais quando aparecem no hemisfério norte e australis no hemisfério sul. Embora geralmente apresentem uma coloração esverdeada, também podem exibir tons de vermelho, azul, violeta e rosa.

As auroras se formam devido a ciclos de atividade solar que ocorrem a cada 11 anos. Atualmente, o Sol está no que os astrônomos denominam Ciclo Solar 25, que é monitorado de perto pelos cientistas. Durante os picos desses ciclos, o Sol apresenta manchas em sua superfície, que são concentrações de energia. Quando as linhas magnéticas nas manchas solares se entrelaçam, podem ocorrer explosões que liberam partículas carregadas, como elétrons e prótons, em jatos de plasma, conhecidos como ejeção de massa coronal.

Essas explosões solares são classificadas pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) em um sistema de letras, variando de A a X, com cada nível representando uma intensidade dez vezes maior que o anterior. Quando essas partículas são direcionadas para a Terra, a magnetosfera do planeta desvia a maioria delas, mas algumas conseguem penetrar na atmosfera, especialmente nas regiões polares. Ao interagir com as moléculas presentes na atmosfera, essas partículas geram as auroras.


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