A segunda fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal realiza busca e apreensão contra o empresário Nelson Tanure. A ação investiga operações financeiras realizadas com fundos e corretoras ligadas ao Banco Master. Até o fechamento deste texto, a defesa de Tanure não foi localizada para comentar sobre o caso.
Essa nova etapa da operação aprofunda as suspeitas de gestão fraudulenta do Banco Master, sob a direção de Daniel Vorcaro, com base em informações do Banco Central. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli autorizou a ação. Os investigadores acreditam que Vorcaro utilizou uma rede de fundos de investimento para executar operações financeiras fraudulentas, com o intuito de desviar recursos para si e seus aliados.
A defesa de Vorcaro emitiu uma nota afirmando que o banqueiro "tem colaborado integral e continuamente com as autoridades competentes". A investigação também sugere que Tanure utilizou a mesma estrutura financeira para realizar operações suspeitas. No final do ano passado, o empresário foi denunciado pelo Ministério Público Federal por suposto uso de informações privilegiadas no mercado financeiro. Na ocasião, sua defesa solicitou que o caso fosse encaminhado ao STF, devido à ligação com uma corretora do Banco Master.
A defesa de Daniel Vorcaro declarou que tomou conhecimento da medida de busca e apreensão e reafirmou a disposição do banqueiro em colaborar com as autoridades. Ele se comprometeu a atender todas as medidas judiciais da investigação com total transparência. Vorcaro permanece disponível para prestar esclarecimentos sempre que solicitado, demonstrando interesse em esclarecer os fatos e concluir rapidamente o inquérito. A defesa expressou confiança no devido processo legal e continuará atuando para que as informações sejam tratadas de maneira objetiva e dentro dos limites constitucionais.
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