A Petrobras planeja retomar as atividades de perfuração na Foz do Amazonas em um prazo estimado de 10 a 15 dias, após solucionar um problema técnico que causou um vazamento de fluido durante o processo exploratório. O incidente ocorreu na madrugada do dia 4 de janeiro e resultou em um embargo temporário das operações no poço, que está situado a 175 quilômetros da costa do Amapá. De acordo com informações da CNN, o vazamento não envolveu petróleo, mas sim um fluido utilizado na broca de perfuração do fundo oceânico. A analista de política Isabel Mega destacou que, embora o incidente tenha sido classificado em laudo como um potencial risco à saúde humana e ao meio ambiente, ele é considerado de menor gravidade em comparação a um possível vazamento de petróleo.
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