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Piloto da Latam é preso dentro da cabine de avião em SP por suspeita de exploração sexual infantil; veja o momento da prisão

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Piloto da Latam é preso dentro da cabine de avião em SP por suspeita de exploração sexual infantil; veja o momento da prisão

Um piloto da companhia aérea Latam foi preso temporariamente na manhã desta segunda-feira dentro de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, durante uma operação da Polícia Civil que investiga uma suposta rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. A detenção ocorreu momentos antes da decolagem de um voo com destino ao Rio de Janeiro.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o suspeito é considerado parte de uma estrutura criminosa organizada voltada para a exploração sexual infantil. A ação faz parte da Operação Apertem os Cintos, liderada pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, com o apoio do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). As investigações revelaram que os crimes ocorreram ao longo de vários anos e envolviam o abuso sexual de menores. A Polícia Civil já identificou pelo menos três vítimas, todas submetidas a situações graves de abuso e exploração. Os policiais descobriram que o investigado levava menores a motéis utilizando documentos falsos.

Além do piloto, uma mulher também foi presa temporariamente, suspeita de aliciar crianças e adolescentes do próprio círculo familiar. Ambos tinham mandados de prisão expedidos pela Justiça. Durante a operação, equipes da Polícia Civil se deslocaram até Guararema, na Grande São Paulo, onde cumpriram mandados de busca e apreensão para recolher computadores, documentos e outros materiais que possam auxiliar nas investigações.

A ação desta segunda-feira cumpriu dois mandados de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão contra quatro investigados em São Paulo e na região metropolitana, mobilizando dezenas de policiais civis e diversas viaturas. O inquérito policial foi instaurado em outubro de 2025 e investiga crimes como estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição e da exploração sexual de crianças e adolescentes, uso de documento falso, produção e compartilhamento de material de pornografia infantojuvenil, aliciamento de menores, perseguição reiterada e coação no curso do processo.

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A SSP destacou que há indícios de que a organização criminosa atuava de forma coordenada, com divisão de funções e habitualidade, caracterizando um esquema estruturado de exploração sexual infantil. As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e envolvidos.


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