A Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre o falecimento do advogado Rodrigo Pantaleão, de 53 anos. O caso, que gerou repercussão devido ao histórico profissional recente do jurista, foi classificado como morte por causas naturais, descartando qualquer hipótese de crime ou intervenção de terceiros.
Conclusão das investigações policiais
O óbito ocorreu em junho deste ano, apenas um mês após Rodrigo Pantaleão protagonizar um episódio atípico durante uma audiência no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC). Na ocasião, o profissional surpreendeu ao concordar com a condenação do próprio cliente, gerando questionamentos sobre sua atuação e saúde.
Após a descoberta do corpo em sua residência, a Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina (OAB-SC) solicitou formalmente uma apuração rigorosa. A instituição buscava esclarecer se o falecimento poderia ter alguma conexão com o exercício da advocacia ou com pressões externas decorrentes de sua atuação profissional.
Laudos técnicos e encerramento do caso
A corporação informou que, após a análise detalhada de exames periciais, não foram encontrados sinais de violência ou evidências de causas externas que pudessem sugerir um homicídio. O laudo de necropsia foi definitivo ao apontar que o falecimento decorreu de fatores biológicos, sem qualquer participação de outros indivíduos.
Com a conclusão do inquérito, não houve indiciamento de suspeitos. O processo foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências legais cabíveis, encerrando o ciclo de investigações policiais sobre o ocorrido. Informações adicionais sobre o sistema judiciário podem ser consultadas no portal oficial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
Fonte: bahianoticias.com.br
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