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Rodrigo Faro é alvo de nova ação judicial por propaganda de empresa

Rodrigo Faro é alvo de nova ação judicial por propaganda de empresa

O apresentador Rodrigo Faro tornou-se alvo de mais uma ação judicial relacionada a acusações de publicidade abusiva e enganosa. O processo foi ajuizado no Tribunal de Justiça de São Paulo, envolvendo também a Triê Soluções Financeiras e a RF Comércio e Produções Artísticas LTDA.

Relato da autora e apreensão de veículo

A nova ação foi movida por Ducilene Rodrigues de Sousa, que relatou ter contratado os serviços da Triê Soluções Financeiras com o objetivo de renegociar dívidas de financiamento veicular, reduzir o valor das parcelas e diminuir o débito total. No entanto, ela afirma que a empresa não cumpriu o prometido e que a situação resultou na apreensão de seu automóvel.

Segundo os autos, a cliente sustenta que a divulgação feita pelo apresentador foi determinante para sua decisão de fechar o contrato. Ela argumenta que a imagem e a credibilidade transmitidas por Faro foram fundamentais para gerar confiança no negócio oferecido.

Participação do apresentador e da empresa sócia

Na acusação, a autora aponta que a atuação de Rodrigo Faro como garoto-propaganda teria ultrapassado os limites de uma simples publicidade, integrando a cadeia de fornecimento dos serviços. O processo classifica a propaganda como enganosa, alegando que o serviço anunciado não era prestado nos moldes divulgados.

A empresa RF Comércio e Produções Artísticas LTDA, da qual Faro é sócio-administrador, foi incluída na ação por figurar no contrato firmado com a Triê. A empresa detém os direitos de uso da imagem, do nome e da voz do comunicador.

Pedidos de indenização e valores da causa

Entre os pedidos apresentados à Justiça, a autora solicitou uma medida liminar para suspender os efeitos do contrato de adesão e impedir novas cobranças pelas parcelas do serviço. Também foi pedida a rescisão definitiva do acordo.

O processo requer a condenação dos réus à devolução em dobro dos valores pagos, além do pagamento de multa contratual e de uma indenização por danos morais. O valor total atribuído à causa foi fixado em mais de R$ 46 mil, conforme informações detalhadas em Metrópoles.

Fonte: metropoles.com


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