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Prefeito Romerinho Rocha compra fardas escolares em empresa investigada pelo Ministério Público de São Paulo

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Fonte: Redes Sociais

A gestão do prefeito Romerinho Rocha, em Quijingue, está no centro de uma nova polêmica. A compra dos fardamentos escolares do município foi realizada junto à CB News Comercial Ltda, empresa investigada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por suspeita de irregularidades em contratos milionários com prefeituras paulistas.

Fonte: Diário Oficial

Empresa sob suspeita judicial

Segundo decisão da Justiça de São Paulo, a CB News possui contratos suspensos por indícios de fraude. A apuração aponta inconsistências no quadro societário, levantando suspeitas de que a companhia utilizaria “laranjas” para participar de processos licitatórios.(Aqui)

Embora Nadyla Torres de Almeida apareça como sócia da empresa, sua vida simples não condiz com os altos valores movimentados nos contratos firmados, o que reforça as dúvidas sobre a real estrutura da CB News.

Cancelamento de licitação e adesão a ata de preços

Em vez de concluir a licitação aberta para compra de uniformes, a Prefeitura de Quijingue optou por cancelar o processo e aderir à Ata de Registro de Preço nº 016/2024 / Processo nº 008/2024 / Processo Administrativo nº 111/2025, vinculada à empresa investigada.

A decisão desperta questionamentos: por que buscar uma fornecedora distante, já sob investigação, em vez de concluir a licitação local ou contratar empresas da região?

Reclamações da população

Além da polêmica jurídica, os uniformes entregues apresentaram atrasos e baixa qualidade. Em postagens nas redes sociais, pais e alunos reclamaram que muitas peças rasgaram logo no primeiro uso, o que aumentou a insatisfação popular.

Pressão por explicações

Diante do cenário, surgem dúvidas que ainda não foram respondidas:

Quais critérios levaram à escolha da CB News? Houve avaliação de fornecedores locais antes da adesão? Como a Prefeitura pretende garantir a qualidade do material fornecido?

A gestão municipal segue sob pressão, enquanto a população cobra transparência sobre a contratação da empresa investigada pelo Ministério Público paulista.

DA REDAÇÃO DO EUCLIDES DIÁRIO


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