O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), anunciou que deixará o cargo no dia 30 de março para concorrer a uma das duas vagas no Senado nas eleições de outubro. Em entrevista à rádio 93 FM de Jequié, realizada na sexta-feira (20), ele fez um balanço de sua atuação no governo federal, que começou em janeiro de 2023. A desincompatibilização do cargo é necessária para atender à determinação da Justiça Eleitoral, que exige o afastamento seis meses antes das eleições, considerando a data de 4 de abril.
Durante a entrevista, Rui Costa enfatizou a importância estratégica da Casa Civil e sua relação direta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele afirmou: “Eu ficarei lá até o meu último dia de trabalho, dia 30 deste mês, como ministro. É um trabalho de coordenação dos outros ministérios. É um trabalho junto ao Presidente da República, cotidianamente, todos os dias. Então, isso significa um voto de confiança enorme. E isso não foi um voto de confiança dado somente a mim, pessoa física. Foi dado à Bahia, aos baianos e ao nosso grupo político. Então, eu fico muito orgulhoso disso, do presidente ter me dado essa missão e eu concluo dia 30 muito orgulhoso do resultado que nós alcançamos.”
Rui Costa também esteve em Jequié para autorizar o início das obras na BR-330, que contará com recursos de R$ 57 milhões do Novo PAC, programa sob sua coordenação. Ele mencionou que, na última reunião com os ministros, apresentou comparações entre o atual governo e a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), destacando avanços em várias áreas.
“Fiz uma comparação inclusive no período de três anos, de 2019 a 2021, do governo passado; e dos três anos do nosso governo, de janeiro de 2023 a dezembro de 2025. Três anos contra três anos. Os números são N vezes maiores. Tem número que é dez vezes maior em termos de desempenho. Se você olhar a execução de estradas federais é quase dez vezes mais o volume de investimento. Você olha a construção de casa, você olha a construção de escola, de creche, etc. Ou seja, os números são muito maiores, infinitamente maiores do que os do governo passado,” afirmou.
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