O Sindicato dos Rodoviários de Salvador divulgou uma nota oficial para contestar a responsabilização da entidade pela retenção de ônibus nas garagens durante o segundo turno das eleições presidenciais. A manifestação da categoria ocorre após a repercussão de áudios atribuídos ao presidente interino da categoria, Fábio Primo, que mostram orientações para adesivar veículos do transporte público municipal.
Nota oficial repudia acusações e exige apuração transparente
Na manifestação pública, a entidade afirmou categoricamente que não aceitará acusações sem comprovação factual. Os representantes criticaram abertamente as tentativas de atribuir ao sindicato e aos seus diretores a responsabilidade direta pelos problemas operacionais registrados no sistema de transporte público durante a votação.
Além disso, a representação dos trabalhadores defendeu que todas as circunstâncias do episódio sejam devidamente apuradas com total transparência pelas autoridades competentes. A direção sindical destacou o compromisso com a legalidade e repudiou o que classificou como tentativas de instrumentalização política do caso.
Áudios e imagens revelam movimentação nas garagens
As gravações que impulsionaram a polêmica foram divulgadas por veículos de imprensa e mostram uma articulação de integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil para distribuir materiais de campanha. O planejamento envolvia a aplicação de adesivos diretamente nos veículos estacionados nas garagens das empresas de ônibus da capital baiana.
No domingo do pleito, registros obtidos por câmeras de segurança evidenciaram homens colando material político em ônibus que ainda se encontravam abrigados nas garagens. Para mais detalhes sobre o contexto político e as repercussões locais, consulte a cobertura completa no Bahia Notícias.
Prefeitura aponta impactos na operação da frota
Diante da situação identificada nas garagens, a administração municipal apontou que a necessidade de retirar o material político e realizar a higienização completa dos veículos provocou atrasos significativos na saída de parte da frota de ônibus às ruas.
Desde o surgimento das primeiras denúncias, a entidade sindical tem negado qualquer envolvimento institucional com os atos. Em seu mais recente posicionamento, o grupo reforçou a rejeição às acusações e cobrou rigor na análise dos fatos que marcaram o transporte urbano na data eleitoral.
Fonte: bahianoticias.com.br
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