A Polícia Civil da Bahia localizou e prendeu, na manhã desta segunda-feira (7), o homem apontado como principal suspeito do assassinato de Brena Nicole Alves Brandão. O crime, que chocou a capital baiana, ocorreu na madrugada de domingo (6), no bairro do Imbuí, durante uma tentativa de assalto.
A vítima, de 21 anos, era filha de dois policiais militares, a sargento Rose Tatiane Alves e o sargento da reserva remunerada Francisco Carlos Brandão. O caso está sendo investigado pelas autoridades competentes para determinar todas as circunstâncias da ação criminosa.
Investigações e prisão em Narandiba
A captura do suspeito foi realizada por equipes da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) durante diligências no bairro de Narandiba. O indivíduo foi detido em posse de uma motocicleta, que teria sido utilizada na execução do crime, além de aparelhos celulares que passarão por perícia.
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais. A Polícia Civil prossegue com as investigações para confirmar o envolvimento do detido e verificar se houve a participação de outros comparsas no latrocínio.
Dinâmica do crime na Avenida Jorge Amado
Segundo informações preliminares, Brena Nicole retornava de uma festa acompanhada pelo namorado quando foi abordada por um homem em uma motocicleta na Avenida Jorge Amado. O criminoso anunciou o assalto e exigiu o aparelho celular da jovem.
Diante da recusa em entregar o objeto, o assaltante efetuou um disparo de arma de fogo contra o rosto da vítima e fugiu do local. Brena não resistiu aos ferimentos e faleceu antes da chegada do socorro médico. O caso gerou grande comoção entre familiares, amigos e membros da corporação militar, conforme reportado pelo portal Bahia Notícias.
Trajetória da vítima e repercussão
Brena Nicole era estudante de Direito e dedicava-se a múltiplas atividades. Além de cursar a graduação, ela realizava estágio na Associação de Praças da Polícia e Bombeiro Militar da Bahia (APPMBA) e gerenciava uma loja virtual de moda praia.
A perda da jovem, filha de servidores da segurança pública, mobilizou a comunidade e reforçou o debate sobre a violência urbana em Salvador. As autoridades seguem trabalhando para concluir o inquérito e encaminhar o caso ao Ministério Público.
Fonte: bahianoticias.com.br
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