🚨 Atropelamento próximo à Lagoa da Vaca tira a vida de uma das personalidades mais conhecidas da cidade
A madrugada deste domingo (22) ficará marcada na memória de Euclides da Cunha pela dor e pela comoção. Um trágico acidente foi registrado nas imediações da Lagoa da Vaca, trecho da BR-116 que atravessa o município, resultando na morte de Maria Bacalhau, uma das figuras mais emblemáticas e reconhecidas das ruas da cidade.
Quem foi Maria Bacalhau: uma lenda viva entre as calçadas de Euclides
Apesar dos mistérios que sempre envolveram sua trajetória — inclusive a idade, que se estima estar na casa dos 70 anos —, Maria Bacalhau era impossível de passar despercebida. Seu rosto inconfundível, com bochechas marcadas de batom, e sua presença irreverente despertavam sentimentos mistos: temor, respeito e, acima de tudo, carinho.
Presença constante pelas ruas, ela era vista por muitos como uma espécie de símbolo da cidade. Entre brincadeiras, relatos curiosos e a convivência diária, Maria se tornou uma memória viva de Euclides, mesmo vivendo em condições de extrema vulnerabilidade social.
Uma realidade difícil, mas um coração acolhido
Vivendo nas ruas, em situação de pobreza extrema, Maria enfrentava diariamente os desafios da marginalização. Ainda assim, a população local, tocada por sua figura e história, estendia a mão com frequência: seja com alimentos, roupas ou palavras de afeto.
Mesmo sem um lar fixo ou apoio institucional, ela seguia seu percurso com determinação, mantendo-se presente e reconhecida em cada canto da cidade.
Circunstâncias do acidente ainda são desconhecidas
O atropelamento que tirou a vida de Maria ocorreu em um trecho bastante movimentado da BR-116, próximo à Lagoa da Vaca. Até o momento, não há informações oficiais sobre as circunstâncias do ocorrido: quem dirigia o veículo, o horário exato ou o que provocou o acidente permanecem sem resposta.
O que se sabe é que, infelizmente, Maria Bacalhau morreu no local, vítima dos ferimentos causados pelo impacto. A falta de esclarecimentos revolta e entristece ainda mais a população, que pede justiça e investigação urgente.
Comoção nas redes sociais e o luto de uma cidade

A notícia da morte de Maria Bacalhau rapidamente se espalhou pelas redes sociais, com mensagens de pesar, homenagens e memórias compartilhadas por moradores e admiradores. Sua partida representa mais do que uma tragédia: é a perda de uma personagem que ajudou a compor o cenário humano da cidade.
Mesmo marginalizada, Maria ocupava um lugar de destaque na memória afetiva de Euclides da Cunha. Sua irreverência, suas histórias e sua figura marcante agora vivem apenas na lembrança — uma lembrança que continuará a ecoar entre aqueles que cruzaram seu caminho.
DA REDAÇÃO DO EUCLIDES DIÁRIO
*Com informações do Portal Euclidense
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