A equipe do prefeito Bruno Reis ainda busca uma estratégia eficaz para lidar com o desgaste que marca o início de seu segundo mandato. Desde o ano passado, a popularidade do gestor tem diminuído, evidenciada por episódios de vaias que repercutiram na esfera política e aumentaram a percepção de perda de apoio nas ruas.
Durante a celebração do Independência da Bahia no ano passado, Bruno Reis foi vaiado, mas afirmou não ter percebido as manifestações. Meses depois, na tradicional Lavagem do Bonfim, ele enfrentou nova reação negativa ao ser anunciado. A situação se repetiu neste Carnaval, quando uma das vaias ocorreu após a passagem da pipoca de Saulo Fernandes pelo Campo Grande, ao ser mencionado pelo locutor, em um contexto sem organização prévia de protesto.
Duas pesquisas divulgadas este ano revelaram uma queda acentuada na aprovação do prefeito. A mais recente posiciona Bruno Reis entre os gestores com pior avaliação nas capitais do país. Esse cenário gera preocupação sobre o impacto da reprovação no final de seu mandato, especialmente em relação a futuros projetos políticos. Em 2012, João Henrique deixou a prefeitura sob forte desgaste e, desde então, não conseguiu retornar a um cargo eletivo em Salvador.
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