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Acusado de feminicídio em Caetité enfrenta julgamento por júri popular

Acusado de feminicídio em Caetité enfrenta julgamento por júri popular

Nesta sexta-feira (14), o Fórum César Zama, localizado em Caetité, no Sudoeste baiano, será palco do julgamento de Carlos Eduardo Santos Oliveira. Ele é acusado de assassinar a tiros sua ex-companheira, Viviane Fraga Souza, de 21 anos, em um crime que chocou a comunidade local no início do ano passado.

Dinâmica do crime e investigação policial

O homicídio ocorreu no dia 24 de janeiro, dentro da residência da vítima, situada no bairro Prisco Viana. De acordo com as investigações, o conflito teve início após o casal retornar de uma festa, sendo motivado por ciúmes. Durante a discussão, o réu teria agredido a mulher e disparado três vezes contra ela, resultando em sua morte imediata no local.

Relatos de familiares indicaram que o relacionamento era marcado por episódios de violência doméstica. Segundo as autoridades, Viviane já havia sido alvo de agressões anteriores cometidas pelo acusado, o que reforça o histórico de abusos que culminou no desfecho fatal.

Prisão e desdobramentos judiciais

Após o crime, Carlos Eduardo fugiu de Caetité, dando início a uma busca policial interestadual. Ele foi localizado e detido em 10 de fevereiro do mesmo ano, na região administrativa de Água Quente, no Distrito Federal. A captura foi realizada por meio de uma operação conjunta entre a Polícia Militar do Distrito Federal e a Força Tática da Polícia Militar de Goiás.

O caso, que tramita na Justiça baiana, chega agora à fase de julgamento pelo tribunal do júri. A expectativa é que o processo esclareça as circunstâncias do crime e aplique a pena cabível ao réu. Para mais informações sobre o acompanhamento de casos judiciais na região, consulte o portal Bahia Notícias.

Impacto familiar e custódia das crianças

Viviane Fraga Souza deixou duas filhas pequenas, que agora estão sob os cuidados da família materna. Na época do crime, a filha mais velha tinha três anos, fruto de um relacionamento anterior, enquanto a caçula, filha do acusado, contava com apenas três meses de vida. A tragédia deixou um rastro de dor e desamparo para os familiares da vítima.

Fonte: bahianoticias.com.br


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