Após ser alvo de busca e apreensão na “Operação Sponsor”, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret utilizou as redes sociais para esclarecer que não foi presa.
Em um vídeo, a artista contestou as informações veiculadas por alguns veículos de comunicação que afirmavam sua prisão. Ela explicou que seu nome foi apenas mencionado na investigação, que investiga suspeitas de peculato, fraudes em licitações e desvios de recursos públicos destinados a entidades carnavalescas e organizadores de paradas LGBTI+ em Salvador.
Léo Kret afirmou que não assinou contratos relacionados ao caso e que sua defesa apresentará esclarecimentos posteriormente. “Tô mostrando esse absurdo aqui que já está aparecendo no jornal, dizendo que eu fui presa. Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino. A Bahia toda sabe da minha índole, do meu trabalho com a população. E agora uma pessoa falar que eu estou presa, sendo que essa investigação está sendo feita com todo mundo dessa associação. Associação que eu não tenho nem contato. Eu não fui presa, gente, o pessoal do jornal está dizendo que eu fui presa. Na verdade, eu fui mencionada, sobre esse contrato que eu nem assino. Mais tarde vocês vão saber tudo direitinho com mais detalhes", declarou.
A “Operação Sponsor” cumpriu mandados de busca e apreensão em Salvador e investiga supostas irregularidades envolvendo repasses públicos para eventos culturais e entidades ligadas ao carnaval e à comunidade LGBTQIA+. Até o momento, o MP-BA não divulgou informações sobre possíveis denúncias formais ou pedidos de prisão relacionados à investigação.
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