O presidente do PL na Bahia e então candidato ao Senado, João Roma, direcionou duras críticas à atuação dos representantes do PT no estado, Rui Costa e Jaques Wagner. Durante entrevista concedida à Rádio Morena FM, em Itabuna, no dia 19 de setembro de 2026, o político classificou a gestão dos petistas como inoperante diante de projetos estruturantes fundamentais para a infraestrutura baiana.
Críticas à gestão de projetos estruturantes
Segundo Roma, a influência política exercida por Rui Costa, enquanto ministro da Casa Civil, não se traduziu em avanços concretos para a Bahia. O ex-ministro da Cidadania argumentou que, apesar do poder ocupado no governo federal, não houve a articulação necessária para destravar obras de grande impacto, como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul.
O político destacou que a ausência de resultados práticos reflete uma falha na defesa dos interesses estaduais. Para ilustrar a suposta ineficiência, Roma citou a demora na conclusão de obras de infraestrutura viária, como a ponte na BR-101, que, segundo ele, exemplifica a falta de capacidade de entrega da gestão petista.
Integração logística como estratégia de desenvolvimento
Ao abordar a relevância do Porto Sul, João Roma defendeu que o empreendimento não pode ser tratado de forma isolada. Para o candidato, a viabilidade do porto está intrinsecamente ligada à conclusão da Fiol, formando um eixo logístico capaz de transformar a economia regional.
O projeto, na visão de Roma, deve servir como um motor para o setor de mineração e para o escoamento de produção, criando novas oportunidades de emprego e renda. O político enfatizou que a grandiosidade da obra exige um planejamento integrado, algo que, em sua avaliação, não tem sido priorizado pelos atuais ocupantes de cargos de influência no governo federal.
Para mais informações sobre o cenário político baiano, acompanhe as atualizações em BNews.
Fonte: bnews.com.br
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