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Gevaldo Souza da Silva, 39, é identificado pelo DPT após ser achado morto na Br-367 em Eunápolis

Gevaldo Souza da Silva, 39, é identificado pelo DPT após ser achado morto na Br-367 em Eunápolis

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) da Bahia concluiu a identificação do corpo encontrado na zona rural de Eunápolis, no extremo sul do estado. A vítima foi identificada como Gevaldo Souza da Silva, de 39 anos, após a realização de exames periciais detalhados.

Processo de identificação por necropapiloscopia

A confirmação da identidade de Gevaldo Souza da Silva foi possível por meio do exame de necropapiloscopia. O procedimento técnico consiste na coleta e comparação das impressões digitais do cadáver com os registros civis armazenados nos bancos de dados oficiais do estado.

O trabalho pericial é fundamental para garantir a precisão na identificação de vítimas em casos de morte violenta ou em circunstâncias que dificultam o reconhecimento visual imediato. O uso da biometria tem se mostrado uma ferramenta essencial para a celeridade dos processos investigativos conduzidos pelo DPT-BA.

Localização e circunstâncias do encontro

Os restos mortais foram localizados na última quinta-feira (17), por volta das 18h, em uma estrada vicinal próxima ao bairro Delta Park, às margens da BR-367. O corpo estava acondicionado em sacos plásticos, o que mobilizou equipes policiais para o isolamento da área e a preservação de possíveis vestígios.

Informações preliminares indicam que Gevaldo Souza da Silva era natural de Itabuna e residia, conforme registros, no bairro Monte das Oliveiras, em Porto Seguro. As autoridades seguem apurando as circunstâncias que levaram ao óbito e o descarte do corpo no local.

Tecnologia aplicada à perícia criminal

O banco biométrico do DPT-BA desempenha um papel estratégico na resolução de casos complexos. Com um volume superior a 10 milhões de registros catalogados até 2023, o sistema permite que peritos cruzem dados com maior eficiência.

Quando o estado dos vestígios biológicos impossibilita a coleta de impressões digitais, o instituto recorre a métodos complementares. Entre as alternativas técnicas utilizadas estão a análise de registros odontológicos e, em casos de maior complexidade, o confronto de material genético por meio de exames de DNA.

Fonte: bahianoticias.com.br


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