A Federação Internacional de Basquete (FIBA) se pronunciou neste sábado (18) sobre a morte de Oscar Schmidt, que faleceu aos 68 anos, destacando o impacto do ex-jogador brasileiro tanto dentro quanto fora das quadras. Em uma nota oficial, o secretário-geral da FIBA, Andreas Zagklis, descreveu Oscar como uma referência mundial no esporte.
Zagklis expressou a profunda tristeza pela notícia do falecimento de Oscar, ressaltando que sua personalidade carismática ultrapassou os limites do basquete. Ele enfatizou a importância simbólica da trajetória do ex-ala, tanto para o Brasil quanto para o cenário internacional.
O dirigente classificou Oscar como uma figura emblemática do esporte, uma lenda da FIBA e um cestinha por excelência. Além disso, destacou que, para o mundo, ele era um ícone nacional brasileiro e uma fonte de inspiração para jovens atletas em todo o planeta.
Oscar fazia parte do Hall da Fama da FIBA e era reconhecido como um dos maiores pontuadores da história do basquete mundial. Conhecido pelo apelido de "Mão Santa", ele construiu uma carreira repleta de números impressionantes e decisões significativas para o basquete brasileiro. O ex-jogador participou de cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e foi o primeiro atleta a ultrapassar a marca de mil pontos anotados na história do torneio.
Durante sua carreira internacional, Oscar optou por não atuar na National Basketball Association (NBA) para continuar defendendo a Seleção Brasileira de Basquete, já que, na época, o regulamento da FIBA impedia a participação de atletas da liga norte-americana em competições consideradas oficialmente amadoras.
Oscar Schmidt lutava contra um câncer no cérebro desde 2011. Ele foi internado na sexta-feira (17) em São Paulo, após passar mal, e não resistiu.
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