A paralisação dos funcionários da Caixa Econômica Federal foi mantida após a categoria rejeitar a última oferta apresentada pelo banco. Em assembleia virtual conduzida pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, realizada nesta segunda-feira (21/9), 59,3% dos trabalhadores votaram contra os termos propostos pela instituição financeira.
Com o resultado da votação, a greve, que teve início no dia 10 de setembro, segue por tempo indeterminado. O impasse entre a categoria e a administração do banco persiste principalmente devido a divergências sobre o plano de saúde dos empregados, conhecido como Saúde Caixa, ponto central das negociações que ainda não alcançaram um consenso.
Persistência da greve e impasses nas negociações
A decisão dos bancários reflete a insatisfação com os termos apresentados até o momento. A continuidade da mobilização demonstra que, apesar das rodadas de diálogo, as partes ainda encontram dificuldades para alinhar as expectativas sobre benefícios e condições de trabalho. O cenário de paralisação nacional impacta o atendimento presencial nas agências em diversas regiões do país.
Manutenção dos serviços essenciais e canais digitais
Apesar da greve, a Caixa Econômica Federal informou que o cronograma de pagamentos de benefícios sociais permanece inalterado. Os clientes não serão prejudicados no recebimento de auxílios governamentais, e os vencimentos de contas e boletos seguem com seus prazos originais de validade, sem sofrer alterações por conta da paralisação dos funcionários.
Para minimizar os transtornos causados pelo fechamento das agências, o banco orienta que os usuários utilizem os canais de atendimento remoto. Serviços bancários podem ser realizados por meio do aplicativo Caixa TEM, do App Caixa e da rede de caixas eletrônicos, que continuam operando normalmente para transações essenciais.
Fonte: metropoles.com
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