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Jair Cesarinho morre em Feira de Santana e deixa legado no rádio baiano

Jair Cesarinho morre em Feira de Santana e deixa legado no rádio baiano

A cidade de Feira de Santana amanheceu sob luto neste sábado (10) com a confirmação do falecimento do radialista e cronista esportivo Jair Cesarinho. Reconhecido por sua voz marcante e por bordões que se tornaram parte da memória afetiva dos ouvintes, ele consolidou uma trajetória profissional que atravessou gerações e definiu padrões na comunicação esportiva da Bahia.

Trajetória e passagens pelas emissoras baianas

Ao longo de sua carreira, Jair Cesarinho atuou em veículos de comunicação fundamentais para o estado, como a Rádio Cultura, Rádio Fundação, Rádio Sociedade e Princesa FM. Sua versatilidade permitiu que transitasse por diferentes áreas, desde coberturas políticas e culturais até as intensas jornadas de transmissões esportivas.

O comunicador foi uma figura central no acompanhamento de eventos de grande escala, incluindo Copas do Mundo, eleições, carnavais e micaretas. Sua dedicação ao futebol, com destaque especial para o Fluminense de Feira, tornou seu nome uma referência incontornável na crônica esportiva local.

Legado e influência na formação de novos profissionais

Além de sua atuação técnica, Jair Cesarinho foi um mentor para diversos comunicadores. Conforme reportado pelo portal Acorda Cidade, ele era conhecido pela generosidade em abrir portas e pelo cuidado no treinamento de novos talentos, sempre oferecendo orientações com um tom de carinho e profissionalismo.

O radialista Dilton Coutinho, que compartilhou anos de bancada e coberturas de campo com Cesarinho, destacou a criatividade e a competência do colega. Segundo Coutinho, o falecimento representa uma perda irreparável para o rádio, sendo lembrado não apenas pelo talento, mas pela humanidade que imprimia em cada transmissão.

Manifestações de pesar e reconhecimento

A notícia do falecimento gerou uma onda de homenagens entre amigos, ouvintes e colegas de profissão. As mensagens de pesar ressaltam a alegria contagiante que Jair Cesarinho mantinha no ambiente de trabalho, mesmo em momentos de pressão durante as jornadas esportivas.

O comunicador deixa um filho, Jair Júnior, a quem a classe jornalística tem prestado solidariedade. O legado de Jair Cesarinho permanece vivo na história da radiodifusão feirense, marcado pela ética e pela paixão com que narrou os principais acontecimentos de sua região.

Fonte: bahianoticias.com.br


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