O senador Jaques Wagner (PT) adotou um tom mais moderado ao comentar as declarações do chefe da Casa Civil da Bahia, Adolfo Loyola. Loyola afirmou que o pré-candidato da oposição, ACM Neto (União Brasil), enfrentaria dificuldades em debates contra lideranças petistas. Durante uma entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (1º), Wagner optou por evitar expressões mais contundentes e destacou que o foco da disputa deve ser a apresentação de propostas e a comparação entre gestões.
Wagner ressaltou que o eleitorado baiano possui referências históricas suficientes para avaliar os diferentes modelos de administração. Ele mencionou a necessidade de comparar o período anterior, vinculado ao grupo carlista, com as gestões do Partido dos Trabalhadores. O senador declarou: “O meu estilo sempre é outro; eu prefiro debater ideias. Eu creio que o importante é que a população compare com o que o governo do Estado vem fazendo. Eles ficaram no governo da Bahia por 40 anos, e eu acho que a melhor forma de fazer a escolha é comparar quem trouxe mais benefícios, mais obras e mais serviços para o Estado e para a capital.”
Wagner enfatizou que a campanha não deve ser pautada por ataques, mas sim pela apresentação das diferenças entre os estilos de governança. Ele afirmou que o objetivo é mostrar a verdade e as distinções entre os candidatos, sem recorrer à agressividade.
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