As atividades voltadas ao setor de minerais críticos e estratégicos no Brasil alcançaram 129.423 postos de trabalho. O volume representa 57% de todas as vagas geradas pela indústria extrativa mineral no território nacional.
Em comparação com o mercado de trabalho verificado anteriormente, o segmento apresentou uma alta de 8,6%. Os dados foram divulgados por meio de uma plataforma digital específica para o monitoramento dessas matérias-primas essenciais.
Panorama dos estados e distribuição territorial
Entre as unidades da federação com maior volume de empregos na área, Minas Gerais lidera com 62.631 postos de trabalho. Na sequência aparecem o Pará, contabilizando 27.047 vagas, e a Bahia, com 9.147 oportunidades formais registradas.
No âmbito municipal, destacam-se localidades com forte atuação extrativa. Parauapebas concentra 8.234 trabalhadores, seguida por Nova Lima com 8.218 postos e Congonhas com 7.114 registros profissionais em atividade.
Perfil da mão de obra e remuneração média
A participação masculina no setor soma 100.765 trabalhadores, o equivalente a 78% do total. As mulheres ocupam 28.658 vagas, representando os 22% restantes da força de trabalho formalizada.
Em termos de escolaridade, os profissionais com ensino superior totalizam 30.707 pessoas, ou 14% do total. As remunerações médias variam conforme o nível de instrução, alcançando R$ 3.218 para o fundamental, R$ 4.142 para o médio e R$ 11.856 para o superior.
Impacto econômico e substâncias monitoradas
O extrativismo do ferro responde pelo maior número de vagas, acumulando 70.027 postos de trabalho. Logo depois, o setor de metais preciosos aparece somando 21.313 empregos diretos.
O painel de monitoramento abrange 21 substâncias diferentes, incluindo alumínio, ouro, cobre, terras-raras, nióbio, titânio e lítio. Mais informações podem ser consultadas diretamente no portal oficial da Agência Nacional de Mineração para acompanhamento do setor.
Fonte: politicalivre.com.br
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