Três meses após o falecimento do policial militar Maurício Dantas dos Santos, as investigações conduzidas em Ilhéus passaram por uma mudança significativa. A Polícia Civil e o Ministério Público da Bahia decidiram afastar a suspeita que recaía sobre um jovem de 21 anos, apontado inicialmente como um dos envolvidos no crime ocorrido no sul do estado.
Ausência de provas e liberação da investigação
O processo de absolvição foi formalizado após análises detalhadas dos elementos reunidos no inquérito policial. Conforme apontado pelo Ministério Público da Bahia por meio da 10ª Promotoria de Justiça de Ilhéus, não foram encontrados indícios mínimos de autoria quejustificassem a continuidade da acusação contra o cidadão investigado.
A promotoria destacou que nenhum agente de segurança presente no local do confronto reconheceu o jovem. Além disso, análises técnicas de geolocalização do rastreador da motocicleta, combinadas com registros de câmeras de segurança, comprovaram que o veículo permaneceu estacionado em outra região durante todo o período da ocorrência.
Defesa prévia e contexto do caso
Meses antes da conclusão do inquérito, o jovem havia compartilhado um registro em vídeo negando qualquer ligação com o episódio violento. Na ocasião, ele relatou sua rotina durante o dia do crime e afirmou ter retornado para sua residência horas antes do confronto que vitimou o soldado vinculado à Rondesp Sul.
A investigação policial seguiu outras linhas de apuração ao longo do período, resultando também em desdobramentos envolvendo outros suspeitos em diligências conduzidas por forças de segurança na região sul baiana.
Fonte: atarde.com.br
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