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Pentágono divulga imagens de fenômenos aéreos não identificados no Oriente Médio

Pentágono divulga imagens de fenômenos aéreos não identificados no Oriente Médio

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos tornou público um novo conjunto de registros visuais que documentam a presença de fenômenos aéreos não identificados, conhecidos pela sigla UAP, na região do Oriente Médio. As imagens, captadas por sensores infravermelhos de alta precisão instalados em plataformas militares, foram obtidas durante missões de monitoramento de embarcações realizadas no ano passado.

A divulgação desses materiais integra uma série de medidas de transparência governamental sobre o tema. O conteúdo foi processado pelo Comando Central dos Estados Unidos e encaminhado para análise técnica do Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios (AARO), órgão responsável por investigar incursões aéreas inexplicadas em áreas de interesse estratégico.

Análise técnica de fenômenos aéreos não identificados

Os registros em infravermelho revelam anomalias de movimento que desafiam a interpretação convencional. Em um dos vídeos, um objeto com contraste térmico distinto é observado cruzando o campo de visão do sensor, deslocando-se rapidamente da borda inferior direita para a esquerda. A natureza do objeto permanece sob investigação, dada a ausência de características aerodinâmicas reconhecíveis nas imagens.

A tecnologia utilizada permite captar assinaturas de calor mesmo em condições de visibilidade reduzida. Especialistas do setor de defesa utilizam esses dados para descartar falhas de equipamento ou interferências atmosféricas, focando na trajetória e na velocidade dos alvos detectados durante as operações navais no Oriente Médio.

Contexto do programa de transparência governamental

As imagens recém-liberadas compõem o quinto lote de documentos oficiais disponibilizados pelo governo norte-americano sob o programa PURSUE, sigla para Sistema Presidencial de Abertura e Relatório para Encontros com UAPs. Esta iniciativa busca centralizar e organizar as evidências acumuladas pelas forças armadas sobre objetos que violam o espaço aéreo controlado.

A política de abertura de arquivos foi impulsionada por determinações diretas do presidente Donald Trump. Desde o dia 7 de agosto de 2026, o governo tem priorizado a desclassificação de registros que anteriormente eram restritos, visando ampliar o debate público e a colaboração científica na identificação desses fenômenos globais.

Fonte: metropoles.com


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