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Funcionário é preso em flagrante ao tentar introduzir drogas no Conjunto Penal de Salvador

Funcionário é preso em flagrante ao tentar introduzir drogas no Conjunto Penal de Salvador

Um funcionário terceirizado que atuava na cozinha do Conjunto Penal Masculino de Salvador (CPMS) foi detido na última sexta-feira (18) sob a acusação de tentar introduzir substâncias ilícitas na unidade prisional. O caso, que reforça os protocolos de segurança do sistema carcerário baiano, ocorreu durante o procedimento padrão de revista dos colaboradores que acessam o complexo.

A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap-BA) confirmou a ocorrência por meio de nota oficial. A instituição destacou que o rigor na fiscalização tem sido um pilar fundamental para impedir a entrada de materiais proibidos, garantindo a manutenção da ordem no presídio localizado no bairro da Mata Escura.

Tecnologia de revista e detecção de ilícitos

A interceptação do suspeito foi possível graças ao uso de equipamentos de alta tecnologia instalados na unidade. O funcionário passou pelo aparelho de body scan, que identificou prontamente a presença de volumes suspeitos ocultos em suas vestimentas durante o processo de entrada no presídio.

Após o alerta emitido pelo equipamento, a equipe de segurança do Conjunto Penal Masculino de Salvador realizou a abordagem imediata. Durante a revista pessoal, os agentes confirmaram que as substâncias ilícitas estavam escondidas no bolso da calça do colaborador, resultando na apreensão imediata do material.

Desdobramentos legais e procedimentos administrativos

Após a constatação do flagrante, o homem foi detido pelos agentes penitenciários e encaminhado à delegacia local. O caso foi registrado pelas autoridades policiais, que deram início aos procedimentos legais cabíveis para investigar a origem da droga e a possível rede de contatos do suspeito dentro da unidade prisional.

A Seap-BA informou que, além da esfera criminal, o caso deve gerar consequências administrativas para o contrato de prestação de serviços terceirizados. A identidade do envolvido não foi divulgada pelas autoridades para preservar o sigilo das investigações em curso sobre o tráfico de entorpecentes em unidades prisionais, conforme diretrizes da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização.

Fonte: bahianoticias.com.br


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