Anna Francesca Wolf Bandeira, conhecida carinhosamente como Dona Anna, teve um papel fundamental no início da trajetória da velejadora e escritora Tamara Klink. Aos 23 anos, a jovem revelou para a avó que planejava navegar em solitário, tornando-a a primeira confidente de seus projetos no mar.
Por um longo período, Dona Anna permaneceu como a única ou principal incentivadora das aventuras náuticas da neta. A relação próxima é retratada na obra literária Bom dia, inverno, na qual Tamara relata que guardava precioso tempo de ligação via satélite para conversar exclusivamente com a avó ao final de cada mês.
A escolha do nome do primeiro veleiro
A influência de Dona Anna vai desde o incentivo emocional até detalhes práticos das expedições. Foi dela a escolha do nome Sardinha para batizar o primeiro barco de Tamara, inspirado nas dimensões reduzidas da embarcação.
O carinho e a marca dessa parceria continuam presentes nas redes sociais da velejadora. Durante suas travessias, Tamara costuma iniciar vídeos no Instagram com a tradicional frase “Oi, vovó”, bordão que se tornou uma marca registrada de suas publicações.
Encontro marcado em Brasília
As experiências vividas em alto-mar e as reflexões sobre coragem, tomada de decisões e superação de medos serão compartilhadas no evento Metrópoles Talks. O encontro ocorrerá em 2 de dezembro, no Auditório Planalto do Ulysses Centro de Convenções.
Sob o tema “Travessias pessoais: Desafios, coragem e o que aprendi sozinha no mar gelado”, a palestra abordará aprendizados que conectam os desafios da navegação solitária às situações cotidianas em terra firme.
Fonte: metropoles.com
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