No último sábado, um incidente trágico no porto de Nova York resultou na morte de uma mulher de 27 anos e sua filha de apenas 5 meses. O barco, uma lancha Bayliner de 22 pés, virou por volta das 22h25, próximo à Ilha da Liberdade, onde está localizada a famosa Estátua da Liberdade. A Guarda Costeira dos EUA informou que o operador da embarcação enfrenta acusações criminais, e as autoridades estão investigando se a lancha estava operando de forma ilegal.
Resgate e recuperação das vítimas
Antes da chegada da polícia, doze pessoas foram resgatadas da água. Mergulhadores da polícia conseguiram localizar a mulher e a bebê, que foram imediatamente levadas a um hospital, mas foram declaradas mortas. As demais vítimas do acidente apresentaram condições estáveis, segundo informações da Guarda Costeira.
Reações das autoridades
A Capitã Doreen McCarthy, Comandante do Setor da Guarda Costeira de Nova York, expressou sua tristeza pela tragédia. “Estamos profundamente tristes com a trágica perda de vidas na noite passada, e nossos pensamentos estão com a família e os entes queridos das vítimas neste momento incrivelmente difícil”, afirmou. Ela também destacou a importância das ações rápidas e heroicas das agências de resgate que participaram do salvamento.
Investigação em andamento
A investigação sobre o incidente está em andamento, com foco nas circunstâncias que levaram ao capotamento da embarcação. A Guarda Costeira está analisando se a lancha operava como um fretamento ilegal, o que poderia ter contribuído para o acidente. A segurança nas águas de Nova York é uma preocupação constante, especialmente durante os meses de verão, quando o tráfego de embarcações aumenta significativamente.
Impacto na comunidade
A tragédia abalou a comunidade local, que se une em solidariedade à família das vítimas. Eventos de conscientização sobre segurança em embarcações estão sendo organizados para evitar que incidentes como esse se repitam no futuro. A importância de seguir as normas de segurança e operar embarcações de forma legal é um tema central nas discussões que surgem após o acidente.
Fonte: g1.globo.com
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