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Yacht Clube da Bahia aciona Polícia Civil para investigar suposta agressão a funcionária

Yacht Clube da Bahia aciona Polícia Civil para investigar suposta agressão a funcionária

O Yacht Clube da Bahia encaminhou formalmente à Polícia Civil o caso envolvendo a suposta agressão de um sócio a uma funcionária que teria declarado voto em Luiz Inácio Lula da Silva. A instituição esportiva solicitou uma apuração rigorosa para esclarecer todos os contornos do episódio que ganhou repercussão.

Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira, a diretoria do clube informou que entregou às autoridades competentes uma série de documentos, registros internos e as imagens capturadas pelo circuito de câmeras de segurança. A medida visa assegurar uma apuração independente e transparente.

Ações adotadas e colaboração com a justiça

Segundo o comunicado emitido pela administração, a iniciativa reflete o compromisso institucional com a justiça e a transparência. O clube colocou-se integralmente à disposição dos órgãos de segurança para colaborar com o andamento das diligências necessárias.

A gestão destacou ainda que eventuais responsabilidades comprovadas ao longo da investigação resultarão na aplicação das sanções legais cabíveis. No caso de associados envolvidos, o clube garantiu que adotará as punições previstas em seu estatuto e regulamento disciplinar.

Mudanças no cenário da apuração interna

O encaminhamento à polícia ocorreu após uma reviravolta nos desdobramentos iniciais. Na quarta-feira, a instituição havia apontado que a própria funcionária negava ter sofrido qualquer tipo de violência e que a averiguação preliminar não havia encontrado indícios de confirmação.

Posteriormente, o sócio Ricardo Cruy, responsável por relatar o caso por meio de áudio, enviou uma carta à diretoria admitindo que sua mãe não presenciou o fato, conforme havia alegado inicialmente, e formalizou um pedido de desculpas.

Repúdio a atos de violência e discriminação

Em sua manifestação pública, a administração reafirmou o princípio de proteção e preservação da dignidade de todos os seus colaboradores. A entidade reiterou o repúdio veementemente a qualquer conduta de violência, discriminação ou intimidação, independentemente de quem venha a praticá-la.

Para mais informações sobre o desdobramento deste caso e outras notícias da região, acesse o portal Bahia Notícias.

Fonte: bahianoticias.com.br


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