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Bombardeio russo contra infraestrutura ucraniana mata 12 pessoas e deixa 17 feridos

Bombardeio russo contra infraestrutura ucraniana mata 12 pessoas e deixa 17 feridos

Um novo e intenso ataque russo contra o território ucraniano resultou em um saldo trágico de pelo menos 12 mortos e 17 feridos nesta terça-feira (1°/9). A ofensiva atingiu áreas residenciais e pontos estratégicos de infraestrutura, forçando uma resposta emergencial das autoridades locais em meio ao cenário de destruição.

Em Boryspil, a queda de destroços ou o impacto direto em um edifício residencial de cinco andares causou a morte de quatro pessoas, enquanto outras 13 sofreram ferimentos. A situação na capital, Kiev, também foi crítica, com um bombardeio direcionado a um depósito ferroviário que vitimou sete pessoas, elevando a tensão na região central do país.

Impactos na infraestrutura e operações de resgate

Além das perdas humanas, o ataque comprometeu severamente a rede de serviços básicos. Na região de Odesa, milhares de famílias enfrentam um apagão generalizado devido aos danos causados às instalações de energia. A gravidade da situação mobilizou cerca de 350 equipes de resgate, que atuaram incansavelmente na capital e nos arredores para localizar sobreviventes sob os escombros.

Pronunciamento oficial e necessidade de defesa

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou a ofensiva como uma estratégia deliberada de Moscou para maximizar o sofrimento civil. Segundo o mandatário, a eficácia desses ataques está diretamente ligada à insuficiência das capacidades de defesa aérea do país.

Zelensky reforçou a importância da cooperação internacional para o fortalecimento do arsenal ucraniano. O presidente destacou que a entrega de capacidades antibalísticas, via suprimentos bilaterais, é uma prioridade urgente para proteger a população durante o outono.

Justificativa russa sobre a ofensiva

Do outro lado do conflito, o governo russo descreveu a operação como um “ataque maciço com armas de alta precisão”. Em comunicado oficial, Moscou afirmou que o objetivo das investidas foi atingir instalações classificadas como “militares-industriais”, além de centros de energia e combustíveis, mantendo a retórica de que seus alvos são estritamente estratégicos.

Fonte: metropoles.com


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