Os consumidores baianos enfrentam um novo impacto financeiro no orçamento doméstico com a alta no preço do botijão de gás de cozinha. O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) comercializado pela Acelen para as distribuidoras passou a custar mais caro, gerando uma expectativa de encarecimento expressivo nas revendas locais para a população.
De acordo com informações do setor, o reajuste aplicado foi de 17,5% no valor de venda da refinaria. Com essa alteração nos custos base, a projeção é de que o consumidor final pague um valor entre R$ 12 e R$ 15 a mais por unidade, o que altera diretamente o planejamento financeiro das famílias.
Impacto histórico e contexto da refinaria
A medida representa o maior acréscimo nos valores desde o final do ano de 2021, período em que a gestão da Refinaria de Mataripe passou a ser realizada pela Acelen. A mudança nos preços reflete diretamente nas revendas locais e preocupa entidades representativas do setor e os cidadãos.
O presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas), Robério Souza, confirmou a aplicação dos novos valores e destacou a magnitude do reajuste em comparação com os meses anteriores da operação na unidade produtiva.
Critérios de mercado e justificativa da empresa
Em nota oficial divulgada à imprensa, a Acelen explicou que a alteração nos preços do GLP seguiu parâmetros estritamente comerciais. A tonelada do produto comercializado pela refinaria registrou elevação significativa nos valores de tabela.
Como justificativa para a mudança, a empresa apontou fatores econômicos globais e logísticos que compõem a formação do preço do insumo:
- Cotação internacional do petróleo no mercado externo
- Variação cambial da moeda estrangeira frente ao real
- Custos operacionais de frete e transporte
Para mais detalhes sobre o cenário econômico atual e o impacto nos combustíveis, consulte informações adicionais no portal de notícias Se Ligue Bahia.
Acúmulo de altas no setor de revenda
Com esta nova rodada de encarecimento, o insumo essencial para o preparo de alimentos atinge a marca de sete elevações de preço contabilizadas ao longo do ano de 2026, de acordo com o levantamento preliminar dos dados do setor de revenda no estado.
Fonte: seliguebahia.com.br
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