Permissionários do Mercado Municipal de Dom Basílio, localizado no sudoeste baiano, relatam problemas recorrentes de falta de limpeza e vulnerabilidade na região. O espaço, que abriga diferentes estabelecimentos comerciais e serviços, enfrenta desafios diários com o acúmulo de resíduos deixados por frequentadores.
As reclamações apontam para um cenário de degradação que afeta diretamente a rotina de quem trabalha no local e a experiência do público que frequenta o centro de compras para acessar serviços e comércios essenciais.
Impacto na rotina e na saúde pública do Mercado Municipal
Os corredores do centro comercial registram situações de acúmulo de sujeira logo após os trabalhos de varrição realizados pela equipe de limpeza. A presença de detritos e resíduos compromete o ambiente e gera preocupações quanto às condições sanitárias para comerciantes e consumidores.
A estrutura reúne açougue, restaurante popular, pizzaria, lojas e um cartório de serviços extrajudiciais. A intensidade do fluxo diário de pessoas exige manutenção constante, mas a reposição de resíduos ocorre de forma rápida, anulando os esforços iniciais de higienização.
Impasse entre órgãos públicos e comerciantes
Diante da situação de vulnerabilidade, os trabalhadores buscaram apoio junto a diferentes instâncias administrativas e operacionais do município. Foram realizados contatos com a prefeitura, a Vigilância Sanitária, a Secretaria de Assistência Social e as forças de segurança pública, sem que houvesse uma resolução definitiva para o caso.
A gestão municipal argumenta que buscou articular internações para pessoas em situação de vulnerabilidade e transfere para a Polícia Militar a responsabilidade pelo controle da ordem pública no entorno. Por sua vez, a corporação policial sustenta que a circulação de pedestres em áreas públicas é livre e não pode sofrer restrições de trânsito ou permanência.
Busca por alternativas e reforço na segurança
Como medida paliativa para organizar o fluxo e garantir a integridade do espaço, os permissionários solicitaram a alocação de um guarda municipal. Contudo, a administração local recusou o pedido, justificando a negativa com base em restrições fiscais e impedimentos legais para a realização de novas contratações.
A ausência de um plano integrado que articule ações de assistência social, segurança pública e limpeza urbana mantém o espaço sob constante desgaste, refletindo os desafios enfrentados pela gestão de áreas de grande circulação no interior do estado. Para mais detalhes sobre ocorrências na região, acesse a cobertura completa do Bahia Notícias.
Fonte: bahianoticias.com.br
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