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Fuga em massa na penitenciária Rogério Coutinho Madruga mobiliza forças de segurança

Fuga em massa na penitenciária Rogério Coutinho Madruga mobiliza forças de segurança

Uma operação de busca em larga escala foi deflagrada na Grande Natal após a fuga de 11 detentos da Penitenciária Rogério Coutinho Madruga. O episódio, ocorrido na manhã da última sexta-feira (31/07), expôs vulnerabilidades estruturais na unidade prisional e colocou as forças de segurança do estado em alerta máximo para localizar os indivíduos que permanecem em liberdade.

Dinâmica da fuga e falha estrutural

De acordo com informações oficiais da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), a evasão foi facilitada pela abertura de um buraco na estrutura da cela. Investigações preliminares sugerem que o plano de fuga foi executado de forma planejada, com a escavação sendo realizada ao longo de pelo menos uma semana antes da concretização do ato.

O grupo, composto inicialmente por 13 internos, conseguiu deixar o pavilhão por volta das 5h30. A ação foi parcialmente contida ainda nas dependências da unidade, onde dois dos fugitivos foram interceptados e recapturados na área externa do presídio pelos agentes penitenciários de plantão.

Mobilização das forças de segurança

Logo após a confirmação da fuga, um esforço conjunto foi organizado para cercar a região e impedir que os foragidos se dispersassem. A força-tarefa conta com a atuação integrada de diversos órgãos, incluindo a Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Guarda Municipal.

As diligências seguem intensificadas em áreas próximas ao complexo prisional e em pontos estratégicos da Grande Natal. As autoridades reforçaram o policiamento ostensivo e solicitam que a população colabore com denúncias que possam levar ao paradeiro dos foragidos, mantendo o sigilo absoluto das informações.

Contexto e desdobramentos da investigação

O caso levanta questionamentos sobre a segurança interna e os protocolos de vistoria nas unidades prisionais do Rio Grande do Norte. A Seap deve instaurar procedimentos administrativos para apurar como a escavação passou despercebida pelas equipes de monitoramento durante o período em que foi realizada.

Enquanto as buscas prosseguem, o foco das autoridades permanece na recaptura dos detentos que ainda estão foragidos. A situação na unidade prisional está sendo monitorada de perto, com o objetivo de evitar novas tentativas de evasão e garantir a integridade do sistema carcerário estadual.

Fonte: bahianoticias.com.br


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