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Relembre as 5 apresentações que definiram o Rock in Rio na última década e meia

Relembre as 5 apresentações que definiram o Rock in Rio na última década e meia

O Rock in Rio consolidou-se, nas últimas décadas, como um dos maiores palcos de convergência cultural do planeta. Com uma trajetória que abrange edições icônicas tanto no Brasil quanto em Portugal, o festival tornou-se um termômetro da indústria musical, equilibrando o peso do rock clássico com a ascensão meteórica do pop e do funk. Analisar os momentos mais marcantes desse período exige olhar além da pirotecnia, focando na conexão entre artista e público.

Ao longo dos últimos 15 anos, a Cidade do Rock testemunhou performances que definiram carreiras e elevaram o patamar das produções ao vivo. Entre estreias internacionais impactantes e consagrações de talentos nacionais, a curadoria do evento provou que a versatilidade é a chave para a longevidade no festival. Abaixo, destacamos cinco apresentações que, por mérito técnico e impacto emocional, tornaram-se inesquecíveis.

A ascensão do pop e funk no palco

A edição de 2022 marcou um ponto de virada para o funk brasileiro com a apresentação de Ludmilla no Palco Sunset. Com um investimento estrutural de R$ 2 milhões, a artista demonstrou versatilidade ao transitar entre o pop, o afrobeat e o pagode, acompanhada por um time de peso que incluiu Tasha & Tracie, MC Soffia, Majur e Tati Quebra Barraco. O sucesso foi tamanho que consolidou a transição da cantora para o Palco Mundo em anos subsequentes.

Em 2018, foi a vez de Anitta conquistar o público europeu durante o Rock in Rio Lisboa. Em uma performance que homenageou a música brasileira, a cantora utilizou coreografias precisas e uma estética inspirada em Carmen Miranda para apresentar um repertório que ia de clássicos da Bossa Nova ao batidão do funk. O show serviu como um cartão de visitas da versatilidade da artista, provando sua força no mercado internacional.

O domínio do rock e a força da performance minimalista

O Green Day, em 2022, entregou uma aula de energia punk rock com um setlist focado no álbum American Idiot. Sob o comando de Billie Joe, a banda manteve a euforia do público por quase duas horas, intercalando sucessos próprios com covers de Kiss e Black Sabbath. A interação constante com a plateia, incluindo momentos de pedidos de casamento, reforçou a capacidade do grupo em conduzir grandes multidões.

Já em 2015, Rihanna protagonizou um dos momentos mais comentados da história do festival ao abdicar de artifícios visuais. Sem trocas de figurino ou pirotecnia, a cantora sustentou 70 minutos de show baseada exclusivamente em sua presença vocal e carisma. Com versões repaginadas de hits como Umbrella e Stay, ela superou as expectativas e entregou uma performance crua e autêntica.

O encontro histórico de gigantes em Lisboa

O topo desta lista pertence ao encontro entre Rolling Stones e Bruce Springsteen, ocorrido em 2014, em Lisboa. Diante de 90 mil pessoas, a banda britânica apresentou 19 músicas em um show de duas horas que celebrou o legado do rock. A participação especial de Springsteen na faixa Tumbling Dice elevou a apresentação ao status de lendária, fechando com chave de ouro o histórico de grandes encontros do festival. Para mais detalhes sobre a trajetória do evento, consulte o g1.

Fonte: g1.globo.com


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