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Ministra das Mulheres destina R$ 43 milhões para a Bahia e defende criminalização da misoginia

Ministra das Mulheres destina R$ 43 milhões para a Bahia e defende criminalização da misoginia

A Ministra das Mulheres oficializou, durante agenda em Salvador, um aporte de R$ 43 milhões destinado a fortalecer as políticas públicas de proteção e acolhimento feminino no estado da Bahia. O anúncio ocorreu no contexto da cerimônia de mobilização nacional do Pacto Brasil Contra o Feminicídio, reforçando o compromisso do governo federal com a segurança das mulheres em território baiano.

A visita da autoridade incluiu uma inspeção técnica nas instalações da Casa da Mulher Brasileira na capital. O equipamento público é considerado um pilar estratégico para o atendimento humanizado e a centralização de serviços essenciais de proteção.

Integração de forças no combate à violência

Durante o evento, a ministra destacou a importância da colaboração entre as esferas municipal e estadual. A eficácia das políticas de gênero depende diretamente dessa articulação, que permite uma resposta mais rápida e coordenada diante de situações de risco e vulnerabilidade social.

A agenda também promoveu um encontro com uma rede multidisciplinar composta por diversos atores do sistema de justiça e assistência social. Participaram das discussões juízes, delegadas, promotoras, defensoras públicas, além de psicólogas e assistentes sociais, que atuam diretamente na linha de frente do acolhimento às vítimas.

Apelo pela criminalização da misoginia

Além dos investimentos financeiros, a ministra aproveitou o espaço para reiterar a necessidade urgente de avanços legislativos no país. O foco do debate centrou-se na defesa de uma lei específica que criminalize a misoginia, medida vista como essencial para coibir o ódio direcionado às mulheres.

Para a ministra, o enfrentamento ao feminicídio exige não apenas recursos estruturais, mas um arcabouço jurídico robusto que desestimule práticas discriminatórias e violentas. A proposta busca dar maior segurança jurídica para que o sistema de justiça possa processar agressores com mais rigor e clareza.

Para mais informações sobre as diretrizes nacionais de proteção, consulte o portal oficial do Ministério das Mulheres.

Fonte: bahianoticias.com.br


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