Em sua última agenda de campanha antes do primeiro turno das eleições, realizada no sábado, dia 3, o candidato à presidência pelo Avante, Augusto Cury, escolheu sua cidade natal, Colina, no interior de São Paulo, para encerrar suas atividades políticas. O ato foi marcado por um discurso contundente contra os principais nomes que lideravam as pesquisas de intenção de voto na época, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Críticas à gestão de recursos e polarização política
Durante o evento, Augusto Cury afirmou que o país foi vítima de um sequestro emocional por parte de seus adversários. O candidato argumentou que a polarização entre os dois grupos dominantes impediu o Brasil de vislumbrar novas alternativas políticas e sociais, defendendo a necessidade de um projeto que devolvesse o otimismo à nação.
O presidenciável questionou o uso de verbas públicas para a manutenção de estruturas de apoio político. Segundo o candidato, Lula contava com 74 funcionários no Palácio da Alvorada, enquanto Flávio Bolsonaro mantinha um quadro de mais de 40 assessores, destacando que o custo dessas operações recaía diretamente sobre o contribuinte brasileiro.
A proposta de reconstrução nacional e pacificação
Ao discursar para os moradores de Colina, município com cerca de 18 mil habitantes, Augusto Cury enfatizou sua trajetória pessoal e profissional como um exemplo de superação e humanismo. Ele ressaltou que, apesar da intensa disputa eleitoral, era fundamental manter a esperança e o foco na construção de um futuro mais equilibrado para a sociedade.
Em suas redes sociais, o candidato reforçou a tese de que o eleitorado foi induzido a acreditar na existência de apenas dois caminhos políticos, uma ideia que ele refutou categoricamente. Ele defendeu que o momento pós-eleitoral deveria ser pautado pela substituição do ódio pela pacificação e da divisão pela disposição coletiva de reconstruir o país, conforme reportado pelo portal A Tarde.
Fonte: atarde.com.br
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