O ex-secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, manifestou-se neste domingo (4) sobre a estratégia adotada pela campanha do governador Jerônimo Rodrigues (PT) em relação aos debates televisivos durante o pleito de 2026. A declaração foi concedida no Colégio Estadual de Tempo Integral Luiz Viana, em Salvador, local onde o gestor estadual exerceu seu direito ao voto.
A justificativa para a participação restrita em debates
Ao comentar a postura do candidato à reeleição, Monteiro argumentou que a ausência em determinados encontros não representa uma recusa ao diálogo. Segundo o ex-secretário, o governador manteve uma interlocução constante com diversos segmentos da sociedade civil e com o eleitorado baiano ao longo de toda a sua gestão e do período de campanha.
Monteiro destacou que o governador participou do debate promovido pela Band TV, que ocorreu antes do início oficial da campanha eleitoral. O ex-secretário ressaltou que a preparação para esse tipo de evento exige um cronograma rigoroso, envolvendo estudos e dedicação de tempo que, por vezes, conflitam com a agenda intensa de compromissos políticos.
Logística de campanha e a agenda com Lula
Sobre a ausência de Jerônimo Rodrigues no debate realizado pela TV Bahia, que contou com a presença de ACM Neto (União Brasil), o aliado político apontou fatores logísticos. De acordo com Monteiro, a data coincidiu com a vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao estado, o que exigiu uma readequação das prioridades da agenda de campanha.
O ex-secretário enfatizou que o ritmo das atividades eleitorais foi intensificado na reta final, mas reiterou que a gestão não se furtou ao confronto de ideias. “Nunca deixamos de debater, de fazer um bom debate, tenho certeza que a população baiana reconhece isso”, afirmou Monteiro, reforçando a confiança na percepção do eleitorado sobre as ações do governo.
Contexto da disputa eleitoral na Bahia
A participação de candidatos em debates é um ponto central na estratégia de comunicação política. Enquanto opositores frequentemente utilizam a ausência como argumento de crítica, as campanhas buscam equilibrar a exposição midiática com a necessidade de manter a presença física em atos de campanha e o contato direto com a base eleitoral.
Para mais informações sobre o cenário político estadual, acompanhe a cobertura completa no portal Se Ligue Bahia, que segue monitorando os desdobramentos das eleições 2026 em todo o território baiano.
Fonte: seliguebahia.com.br
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