A Polícia Civil da Bahia efetuou a prisão de duas pessoas suspeitas de envolvimento no homicídio do advogado Gabriel da Silva Alves, no município de Xique-Xique. O corpo da vítima foi localizado no último final de semana, encerrando um período de buscas que durou uma semana após o seu desaparecimento.
O caso, que gerou grande comoção na região oeste do estado, teve início em 22 de agosto, quando o profissional foi visto pela última vez durante uma confraternização em um estabelecimento comercial local. Desde então, familiares e amigos mobilizaram esforços intensos, incluindo buscas em áreas de caatinga e regiões ribeirinhas, para encontrar pistas sobre o paradeiro do advogado.
Desenvolvimento das investigações e sigilo policial
Embora as prisões tenham sido confirmadas, a Polícia Civil mantém o inquérito sob rigoroso sigilo. Em nota oficial enviada ao Bahia Notícias, a corporação afirmou que as diligências continuam em andamento para o pleno esclarecimento dos fatos. Detalhes sobre a motivação do crime ou a autoria específica não foram divulgados pelas autoridades para não comprometer o curso das apurações.
Cronologia do desaparecimento e buscas
O desaparecimento de Gabriel da Silva Alves foi marcado por incertezas desde o primeiro momento. Imagens de câmeras de segurança registraram o advogado deixando o bar onde estava com amigos, utilizando sua motocicleta. Relatos da família indicam que, pouco antes de desaparecer, ele realizou uma ligação telefônica para um conhecido, mas a comunicação foi prejudicada por interferências na linha.
A mobilização popular foi um fator determinante durante as buscas. A família chegou a oferecer uma recompensa de R$ 5 mil por informações relevantes, enquanto a OAB-BA acompanhou de perto os desdobramentos do caso. Na quinta-feira (27), a motocicleta da vítima foi encontrada em uma área de mata na zona rural, acompanhada de objetos pessoais, como óculos e sandálias.
Despedida e repercussão local
O sepultamento de Gabriel da Silva Alves ocorreu no domingo (30), no cemitério do bairro BNH Novo, em Xique-Xique. A comunidade local e representantes da advocacia baiana lamentaram a perda e aguardam agora que o trabalho da Polícia Civil esclareça as circunstâncias que levaram à morte do defensor.
Fonte: bahianoticias.com.br
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