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Lara Marina, ex-Miss Brasil, permanece internada para acompanhamento gestamental

Lara Marina, ex-Miss Brasil, permanece internada para acompanhamento gestamental

A modelo capixaba Lara Marina Soares Tosta, de 19 anos, que recentemente teve o título de Miss Brasil Supranational 2026 destituído, enfrentará o restante de sua gestação sob cuidados hospitalares. A informação, confirmada por familiares, indica que a decisão médica visa garantir um monitoramento rigoroso durante a reta final da gravidez, assegurando o bem-estar tanto da jovem quanto do bebê.

Internação e cuidados médicos na reta final

Segundo relatos de familiares, a modelo precisará permanecer em repouso absoluto em uma unidade hospitalar por pouco mais de dois meses, até a data prevista para o parto. Embora detalhes sobre o diagnóstico clínico específico não tenham sido divulgados, a equipe médica optou pela internação para oferecer um suporte mais próximo e especializado, afastando rumores de que a ex-miss estaria em estado grave.

A família reforçou que, apesar do período de estresse emocional vivenciado nos últimos dias, os exames mais recentes, realizados neste sábado (29), confirmaram que o bebê está saudável. O foco atual, segundo o tio da jovem, é proporcionar um ambiente de tranquilidade para que a gestação siga sem intercorrências até o nascimento.

Contexto da destituição e divergências contratuais

A saída de Lara Marina do posto de Miss Brasil Supranational ocorreu na última quarta-feira (26), logo após o anúncio público de sua gravidez. A organização do Concurso Nacional de Beleza (CNB), entretanto, apresentou documentos médicos que divergem da versão inicial da modelo, apontando que ela já possuía conhecimento da gestação desde abril, antes de sua viagem para a etapa internacional na Polônia.

A entidade esclareceu que a destituição não foi motivada exclusivamente pela gravidez, mas por uma série de quebras contratuais. Entre os pontos citados pela organização estão a ocultação de informações relevantes, falhas de comunicação e a alteração não autorizada de trajes oficiais utilizados durante a competição.

Apoio estadual e sucessão no título

A coordenação do Miss Espírito Santo, representada por Charles Souza, afirmou que não tinha conhecimento prévio dos exames realizados pela modelo em abril. O coordenador destacou que, neste momento, a prioridade absoluta é o suporte à saúde física e emocional de Lara Marina, independentemente das questões administrativas que levaram à perda da coroa.

Com o desdobramento do caso, a coroa de Miss Brasil Supranational 2026 foi oficialmente assumida por Camilly Ceccon, representante de Costa Verde e Mar, que ocupava o posto de vice-campeã. Para mais detalhes sobre o desenrolar do caso, acompanhe as atualizações oficiais em g1.globo.com.

Fonte: g1.globo.com


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