A circulação de veículos do transporte público enfrentou retenções em Salvador após a aplicação de adesivos com propaganda partidária em uma parte da frota. A denúncia foi feita por um parlamentar local, que apontou a irregularidade da prática diante das normas que regem o período eleitoral na capital baiana.
Ação da secretaria municipal e remoção dos materiais
Diante da situação, a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) precisou intervir diretamente junto ao sindicato da categoria para negociar a retirada dos adesivos dos coletivos. A medida buscou adequar os veículos às exigências legais e permitir que pudessem retornar às ruas com segurança jurídica.
Representantes políticos criticaram a utilização da frota pública para fins de campanha eleitoral, ressaltando que a legislação proíbe qualquer tipo de manifestação ou propaganda partidária dessa natureza nos transportes coletivos. A normalização da frota ocorreu após o diálogo entre o poder público e os trabalhadores.
Impacto na gratuidade do transporte e deslocamento de eleitores
O episódio ocorreu justamente em um dia em que o sistema de transporte público operava com gratuidade para facilitar o acesso da população aos locais de votação. Críticas foram direcionadas aos responsáveis pela adesivação, acusados de tentar transformar um serviço essencial em instrumento político.
As autoridades reforçaram a necessidade de manter a neutralidade e a eficiência do sistema de transporte durante datas decisivas, evitando prejuízos à rotina dos cidadãos e garantindo o direito constitucional ao voto sem interferências partidárias.
Fonte: seliguebahia.com.br
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